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Almir Sater
Comitiva esperançaTom: D
D G D Nossa viagem não é ligeira, ninguém tem pressa de chegar G D A nossa estrada, é boiadeira, não interessa onde vai dar G D G D Onde a Comitiva Esperança, chega já começa a festança A D A D A D Através do Rio Negro, Nhecolândia e PaiaguáA D A D A D A Vai descendo o Piqueri, o São Lourenço e o Paraguai D G D Tá de passagem, abre a porteira, conforme for pra pernoitar A D Se a gente é boa, hospitaleira, a Comitiva vai tocar G D7 G Moda ligeira, que é uma doideira, assanha o povo e faz dançar A G Oh moda lenta que faz sonhar D G D Onde a Comitiva Esperança chega já começa a festança A D A D A D Através do Rio Negro, Nhecolândia e Paiaguás A D A D A D Vai descendo o Piqueri, o São Lourênço e o Paraguai E A É, tempo bom que tava por lá, G D E Nem vontade de regressar A Só vortemo eu vô confessar A A É que as águas chegaram em Janeiro, deslocamos um barco ligeiro D Fomos pra Corumbá
Brasil poeiraTom: D Intro: D, A7, D, D7, G, F#m, A7, DD A7 D Ê, Brasil, poeira D7 G D A7 Estradas de chão, violas, bandeiras D D7 G Terra de Tom, Tonico e Tião, F#m A7 E Nossa Senhora, a Padroeira D A7 D Ê, paixão, primeira D7 G F#m A7 E os sertões, nação das estrelas D D7 G Se o dia é luz, e a noite seduz F#m A7 D O coração, abre as portei.. ras A7 Quando o gado, nos quintais do brasil D G D E o sol clarear nosso chão A7 Vem a semente, a água do ribeirão D G D E horizontes que ao longe se vão A7 D Ao som dos bem-te-vis G D G D G D A7 D Quem canta, espanta, seus males se diz G D G D G D A7 D Quem planta é quem colhe, é quem finca ra iz G D G D G D A7 D Quem canta, espanta, seus males se diz G D G D G D A7 D Quem planta é quem colhe, é quem finca ra iz int G D G D G D A D Quem canta, espanta, seus males se diz G D G D G D A7 D Quem planta é quem colhe, é quem finca ra iz
É necessárioTom: AA D A D É necessário, você preparar A D A Seu amor, arrumar sua cama D A A7 Acender sua chamaD E A A7 Para me receber essa noite D E A A7 Para não pretender mais que sou D E A A7 D Para se proteger, disso tudo seu pavor E A Ninguém vai nos fazer mal A A7 D Quando você cai dentroE A Do meu coração A7 D É como se o sol e a lua E A Se esparramassem pelo chão ..2x A D A D É importante, você me saber A D A Acolher, como eu colho em você D A A7 Esperanças de querer D E A A7 E deitar ao teu lado, de noiteD E A A7 E deixar que a paixão me domine D E A Num abraço pretender A7 D Ser mais forte do que as leis E AQue me prendem a você A A7 D Quando você cai dentro E A Do meu coração A7 D É como se o sol e a lua E A Se esparramassem pelo chão 2x
Boiadeiro do nabilequeTom: E Intro: E4 E D/E EE Vai boiadeiro, rio abaixo A Vai levando gado e gente B O sol trouxe-me a semente E E4 E Eh, porto de CorumbáUm amor, toda veleza A Como um canto de nobreza B Deslizar na veia d'água E E4 E Eh, rio Paraguai F#m G Rio acima, peixe-boi F#m Passarada, matagal A G Véio bugre entoando E Seu antigo ritual E A B E Pantaneiro...
Missões naturaisTom: CC F Vou nas asas dessa manhã C F E bons tempos me levarão F C Para Goiás, Minas Gerais e Maranhão F Vai, como quem pra guerra vai C F Que depois eu vou com você C F C F C Vai, pra além daqui, além dali, além de nós F Êta destino mais atrevidoSeguir em seguir, seguindo C Por aí feito um cigano F Eu aprendi a ver esse mundoCom meu olhar mais profundo C Que é o olhar mais vagabundo Em F F/G Eu ando pelas estradas F/A C Quem sabe a gente já se viu Bb C/E F/G C Por aí, um dia quem sabe C F C F Nessa vida tudo se faz sob três missões naturais C F C Primeiro nascer, depois viver e aprender C F C F Só o aventureiro é capaz de partir e não voltar mais C F C Se realizar, depois sonhar, então morrer F Disse meu pai, não lhe digo meninoVocê há de aprender com o sino C Qual o rumo, qual a direção F E disse o sino: alegria garotoEsse pai será sempre seu porto C Não se acanhe se houver solidão Em F F/G Eu ando pelas estradas F/A C Quem sabe a gente já se viu Bb C/E F/G C Por aí, um dia quem sabe
VarandasTom: GG D D#º Em A noite é um mistério D C G Que eu finjo em compreender D D#º Em C Sentado nas varandas G A7 D Esperando o amanhecer G D D#º Em Estrelas lá no céu D C G Fogueiras no sertão D D#º Em C E as luzes da cidade G A7 D Não espantam a solidão Bb D# Bb Dona lua já se foi D# G# Bb Polvilhar outro rincão Gm Gm7 Cm Com o trigo da saudade A D7 Que é a mana do meu pão G D D#º Em A noite é um caso sério D C G Que eu não vou resolver D D#º Em C Enquanto dormir longe G A7 D De quem faz meu bem querer Dona lua....
ChalanaTom: D Intro: DD La vai a chalanaA Bem longe se vaiD Navegando no remansoA Do rio do ParaguaiG Ah! Chalana sem quererD Tu aumentas minha dorA Nessas águas tão serenasD Vai levando meu amorG Ah! Chalana sem quererD Tu aumentas minha dorA Nessas águas tão serenasD Vai levando meu amor E assim ela se foiA Nem de mim se despediu G A chalana vai sumindoA D Na curva lá do rio E se ela vai magoadaA Eu bem sei que tem razão Fui ingratoD Eu feri o seu meigo coraçãoG Ah! Chalana sem quererD Tu aumentas minha dorA Nessas águas tão serenasD Vai levando meu amorG Ah! Chalana sem quererD Tu aumentas minha dorA Nessas águas tão serenasD Vai levando meu amor...
BoiadaTom: A A Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rastro da boiada D A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, trpoa viajada A Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada D E sumiram lá na curva, na curva da vida, na curva da estrada E7 E depois dali pra frete, não se tem notícias, não se sabe nada A G Nada que dissesse algo D A/E De boi, de boiada, de peão de estrada C G/G Disse um viajante, história mal contada Bb D/A C Ninguém viu, nem rastro, nem homem, nem nada A Isso foi há muito tempo, tempo em que a tropa ainda viajava D Com seus fados e pelegos no rangeu do arreio ao romper da aurora A Tempos de estrelas cadentes, fogueiras ardentes, ao som da viola D Dias e meses fluindo, destino seguindo, e a gente indo embora E7 Isso tudo aconteceu no fato que se deu, faz parte da história A G D E até hoje em dia quando junta a peãozada A/E C Coisas assombradas, verdades juradas G/B Bb Dizem que sumiram, que não existiram D/A Ninguém sabe nada A Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rastro da boiada D A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, tropa viajada E Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada D Dias e meses seguindo, destino fluindo, e a gente indo embora E7 Isso tudo aconteceu no fato que se deu, faz parte da história A G D E até hoje em dia quando junta a peãozada A/E C Coisas assombradas, verdades juradas G/B Bb Dizem que sumiram, que não existiram D/A Ninguém sabe nada
Tocando em frenteTom: EE D Ando devagar porque já tive pressa A e levo esse sorriso, porque já chorei demais E D Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe A E eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei D Bm D Conhecer as manhãs e as manhas, Bm A o sabor das massas e das maçãs, D Bm é preciso o amor pra poder pulsar, Bm D é preciso paz pra poder sorrir, A é preciso a chuva para florir. E D Penso que cumprir a vida seja simplesmente A compreender a marcha,e ir tocando em frente E D como um velho boiadeiro levando a boiada,eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou, A E de estrada eu sou E D Todo mundo ama um dia todo mundo chora, A Um dia a gente chora, no outro vai embora E D Cada um de nós compõe a sua história,e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, A E e ser feliz E D Ando devagar porque já tive pressa A e levo esse sorriso porque já chorei demais E D Cada um de nós compõe a sua história, A E e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, e ser feliz.
Trem do PantanalTom: EE G#7 Enquanto este velho trem atravessa o pantanal C#m Bm E A F#7 As estrelas do cruzeiro fazem um sinal E G#7 De que este é o melhor caminho C#m C F#m B7 E B7 Pra quem é como eu, mais um fugitivo da guerra E G#7 Enquanto este velho trem atravessa o pantanal C#m Bm E A F#7 O povo lá em casa espera que eu mande um postal E G#7 C#m C Dizendo que eu estou muito bem vivo F#m B7 E B7 Rumo a Santa Cruz de La Sierra E G#7 Enquanto este velho trem atravessa o pantanal C#m Bm E A F#7 Só meu coração esta batendo desigual E G#7 C#m C Ele agora sabe que o medo viaja também F#m B7 E (G#7) Sobre todos os trilhos da terra F#m B7 E G#7 Rumo a Santa Cruz de La Sierra F#m B7 E Sobre todos os trilhos da terra
Um violeiro tocaTom: F Intro: 26-15 20- l8 25-13 28-16 4x- - 4x -33-23 23-11 33-23 23-11 25-13 26-15 - - - - - -F F7+ Bb/C Quando uma estrela cai, na ercuridão da noite, Bb e um violeiro toca suas mágoas. C Então os olhos dos bichos, vão ficando iluminados Bb C Bb Rebrilham neles estrelas de um sertão enluarado F F7+ Bb/C Quando o amor termina, perdido numa esquina, Bb e um violeiro toca sua sina. C Então os olhos dos bichos, vão ficando entristecidos Bb C Bb Rebrilham neles lembranças dos amores esquecidos. F F7+ Bb/C Quando um amor começa, nossa alegria chama, Bb e um violeiro toca em nossa cama. C Então os olhos dos bichos, são os olhos de quem ama Bb C Bb Pois a natureza é isso, sem medo nem dó sem drama F F7+ C Tudo é sertão, tudo é paixão, se o violeiro toca Gm Bb F A viola, o violeiro e o amor se tocam
Encosta tua cabecinha no meu ombro
Tom: CC G7 C C7 Encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora F C E conta logo a tua mágoa toda para mim G7 C Am Quem chora no meu ombro eu juro que não vai embora, Dm G7 que não vai embora C G7 que não vai emboraC G7 C C7 Encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora F C E conta logo a tua mágoa toda para mim G7 C Am Quem chora no meu ombro eu juro que não vai embora, Dm G7 que não vai embora C C7 porque gosta de mimF C G7 C Am Amor, eu quero o teu carinho, porque eu vivo tão sozinho Dm F C Não sei se a saudade fica ou se ela vai embora, G7 C Am se ela vai embora, se ela vai embora Dm F C Não sei se a saudade fica ou se ela vai embora, G7 C se ela vai embora, porque gosta de mim
Tom: A Intro: AA Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rastro da boiada D A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, trpoa viajada A Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada D E sumiram lá na curva, na curva da vida, na curva da estrada E7 E depois dali pra frete, não se tem notícias, não se sabe nada A G Nada que dissesse algo D A/E De boi, de boiada, de peão de estrada C G/G Disse um viajante, história mal contada Bb D/A C Ninguém viu, nem rastro, nem homem, nem nada A Isso foi há muito tempo, tempo em que a tropa ainda viajava D Com seus fados e pelegos no rangeu do arreio ao romper da aurora A Tempos de estrelas cadentes, fogueiras ardentes, ao som da viola D Dias e meses fluindo, destino seguindo, e a gente indo embora E7 Isso tudo aconteceu no fato que se deu, faz parte da história A G D E até hoje em dia quando junta a peãozada A/E C Coisas assombradas, verdades juradas G/B Bb Dizem que sumiram, que não existiram D/A Ninguém sabe nada A Ele foi levando boi, um dia ele se foi no rastro da boiada D A poeira é como o tempo, um véu, uma bandeira, tropa viajada E Foram indo lentamente, calmos e serenos, lenta caminhada D Dias e meses seguindo, destino fluindo, e a gente indo embora E7 Isso tudo aconteceu no fato que se deu, faz parte da história A G D E até hoje em dia quando junta a peãozada A/E C Coisas assombradas, verdades juradas G/B Bb Dizem que sumiram, que não existiram D/A Ninguém sabe nada